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Thursday, July 21, 2005

Solitudine

O mar acaba em ti quase por desespero ele termina
Não se ve nada em teu olhar vazio e penetrante
Apenas indiferença, apenas ...
Não lutas, não sorris, de que te alimentas ?

Curvas os mais erguidos, desfazes rostos e momentos
Desanimas quem não te deseja por companheira
Es fria como o leito do meu lago interior
Cruel como espadas entre punhos...

Esmoreces sonhos, crias muros e barreiras
Cansas os que amam, roubas lagrimas à criança..

De ti não quero esperanças, nem a sombra de uma paixão...

Vai de uma vez abandona-me solidão ...

Jean Herbert J&H

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