És a sombra no deserto da vida
És o refugio do odor deste mundo putrefacto
És o consolo quando todos se escondem
És a bussola onde me encontro
És verdade no engano que me assola
És a realidade do eterno sonho
És o muro que separa o medo e a coragem
És novidade na rotina dos passos
És a força que enfraquece a tristeza
És o pranto que atormenta a agonia
És a mais bela melodia da mais humilde flauta
És ternura e amor sem razão
És tudo que nada tenho, és areia na minha mão ...
Jean Herbert J&H
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