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Saturday, January 21, 2006

Supremo dom

Não é um rio de prazer
por vezes tão bem confundida

Não é aceitar o impossivel
nem dizer o sim em tudo que vibre

Não é ter mundos e fundos
vestir bem e calçar ainda melhor

Engana-se quem se gabar da sua veste
do seu toque e dos caminhos que trilha

É ter coragem de assumir o sorriso sincero
a saudade silênciosa

É amar sem condição
sem preços nem rótulos

É dar o que não temos
não pedindo retorno

É caminhar nas nuvens quando
o vazio do chão te assusta

É ter forças em cada olhar
que se tenta quebrar com o desânimo

Ah... é verdade, porém não vos direi
do que se trata nem do que escrevo
ajudar-vos-ei a sentir, apenas sentindo
saberão valorar o supremo dom

Jean Herbert J&H