As mãos que eu amo
São de uma delicadeza aveludada
São mãos que me incendeiam
Quando a minha alma está gelada
...São mãos de trabalho duro
Mãos honestas e fiéis
Que de dia se enlaçam nas minhas
E de noite me afastam do escuro
As mãos que eu amo
Não têm medo do desconhecido
São mãos corajosas
Verdadeiras bússolas quando estou perdido
As mãos que eu amo
Também sofrem
Há espinhos da vida que as ferem
Verdadeiras cicatrizes da luta
As mãos que eu amo
Não se envergonham de limpar uma lágrima
De afagar o meu rosto
Quando tudo se ausenta
São mãos que trazem
Alegria sempre que as chamo
São mãos de uma única Mulher
Aquela que eu tanto amo
Jean Herbert 07-01-2011
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