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Tuesday, May 23, 2006

Amo-as



Amo-as, só elas sabem o quanto as amo
Amo-as sem recusas, sem medos e desassosegos
Apenas as amo. Tanto que as amo que me perdi de amores
Elas habitam em mim, nos meus lábios, nos meus dedos e num simples olhar

Sinto que esse amor é repartido
ao chorar a dor e o meu pranto
ao sorrir enamorado
ao pronúncia-las, saberei que sou amado.

Amo-as, sejam soltas, perdidas
versos ao além, trovas de despedida
Amo a sua magia, o veludo do seu toque na minha boca
Amo-as em cada momento

Só eu sei o quanto as amo
Se o que me rodeia se tornar num vazio
poderei em meu peito ter certezas
que as amo, nada mais que isso, apenas as amo.

Neste amor, nesta paixão
Alguém já se feriu
feri eu a sua vontade em gritos
feriram-me elas com a sua espada de ódio.

Nesta dança de amores, um cúpido se apaixonou
ele que semeava amores entre frases soltas
fez-se mendigo e poeta e desde então
escreve o amor que nutre pelas Palavras

Ah...!Como eu as Amo...

Jean Herbert J&H

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