
Quando eu cair no esquecimento amor
quero que reúnas todas as minhas cinzas
e alimentes o mar com elas.
Quando as minhas palpebras eternamente
se unirem amor, quero que cantes
a mais linda canção que souberes.
Não irás verter uma lágrima
sobre o meu féretro meu bem
proíbo-te de marcares o meu adeus com o teu sal.
Nem o pó dos pés calejados quero sentir
quando me acompanharem ao cáspio;
Pelo lento caminhar, quero sentir as palmas eclodirem.
Quando eu morrer amor deixarei a herança
em teu coraçao para que os nossos rebentos
saibam que vos amei até ao último suspiro.
Jean Herbert J&H
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