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Saturday, November 04, 2006

Chama-me pelo
Nome que te
Arrepia e conduz
Ao êxtase.

Desenha a minha
Boca.
Ébria de terebintina,

Talvez tenhas
Razão.
Ao me veres indiferente
No teu jogo.

Fui eu que deixei
A rosa secar.

Fui eu que namorei
A lua de todas as noites.

Que rasguei
O que trocamos de palavras.

Chama-me na voz
Que me segura a mão
Que o amanhã é morte.

Poeta de Rua J&H

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