
Diz-me que amanhã
Ainda te verei.
Está tanto frio lá fora
Que ameaça gelar o sangue
Que te corre nas veias.
Só te queria por perto;
Porque se escreves o adeus
Nas tuas mãos
Escreves em mim um futuro
Ainda mais incerto.
Mente que ainda me amas
Prefiro a doce mentira
Do que a amarga
Verdade que de mim te tira.
Diz-me onde te encontro
Se nem o mapa do teu corpo
Eu tenho;
Nem a bússola que me guie
Rumo à tua voz.
Está tanto frio
Quero abrir os olhos e ver-te
Sorrir e abraçar-te
Promete-me que serás forte
Está tanto frio amor
Acho que é a morte.
Poeta de Rua J&H
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