Ser insaciável, não consigo
saber se da tua boca brotam perpétuas alegrias
ou miseráveis profecias...
Não consigo esconder a face no papel liso,
do veneno que brota dos teus olhos, do engano do teu sorriso.
Verdades enganosas, mentes sinuosas, paixões avassaladoras
torpedos de incerteza numa alma qualquer.
Não consigo perder uma hora vencida quando contemplo tuas palavras...
É a incerteza, só a incerteza que me consome!