
"Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amor à vida dos seres humanos. (...) E, quando tudo mais faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo. O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída."
Mahatma Ghandi
Lentamente, muito lentamente meu corpo
se consome pelo atrito;
Cada movimento do puzzle que me compõe
dispara uma sinfonia dolorosa, como choram os
instrumentos que me compõe...
No bater de um pobre coração
sinto a batuta que conduz a minha vida.
Sinto ser o maestro dos meus passos;
O descompasso do meu passado.
Uma vírgula, várias reticências de omissão intencional
assim escrevo o meu diário. Não são linhas nem peças soltas
desenhadas por uma tinta qualquer.
São dois olhos... o meu simples diário, são dois brilhantes olhos.
Perdi a consciência que o futuro ainda não venci
que sorrisos ainda não ofereci, nem sonhos realizei...perdi.
Perdi o brilho que incendeia o meu olhar.Perdi tudo ou quase tudo
mas ainda assim sinto a chama acesa em mim. Não é teimosia,
é persistência em não a deixar morrer.
Jean Herbert J&H
1 comment:
Lindo o teu blog. Gostei dos poemas. Voltarei a passar por aqui sempre que me seja possíel.
Caracteres
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