Há quem não entenda e pregue uma risada
outros por momentos sentem saber o que sinto
da mais pura rosa e ténue sensatez
flácido rosto, impregnado de teorias e desesperos
Vazio, imundo e partido fugaz outrora incapaz
do que julgava ser o amanhã não se fez dia
novos caminhos apregoam os destinos
falsos profetas proclamam a verdade que desconhecem
Abarca-me tudo, o mau e o bom, a revolta e a justiça
O que bebo é angustiante e o resto derramado sera o rio
do que não pude conter, do idiota aos vossos olhos
do que fala por loucura e se rebela com as agruras
Fogo fátuo assim se apresenta o Homem
que por momentos e pacientemente teima em escrever
Há quem não entenda e pergunte porque escrevo tanto...
Escrevo para não morrer
Jean Herbert J&H
1 comment:
Gostei de passar por aqui, de ler-te, compreender as palavras, fragâncias de sua alma.
Beijinhos
Post a Comment